terça-feira, 24 de abril de 2007

Quem És Tu, Que Julgas o Servo Alheio?


Autor: Pr. David CloudTradução: Walter Andrade CampeloMateus 7:1-5"Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão".Primeiro, Jesus não está condenando todo tipo de julgamento; Ele está condenando o julgamento hipócrita (Mt. 7:5).Que Cristo não está condenando todo tipo de julgamento é evidente pelo contexto. No mesmo sermão Ele avisou sobre os falsos mestres (Mt. 7:15-17) e falsos irmãos (Mt. 7:21-23). É impossível ter cuidado com falsos profetas e falsos mestres sem julgar doutrina e prática comparando-as com a Palavra de Deus.Que Cristo não está condenando todo tipo de julgamento é também evidente pela comparação de Escritura com Escritura. Em outras passagens somos ordenados a julgar. Devemos julgar segundo a reta justiça (Jo. 7:24). Devemos julgar todas as coisas (I Co. 2:15-16). Devemos julgar o pecado na igreja (I Co. 5:3,12), disputas entre irmãos (I Co. 6:5), pregação (I Co. 14:29), aqueles que pregam falsos evangelhos, falsos cristos, e falsos espíritos (II Co. 11:1-4), as obras das trevas (Ef. 5:11), e profetas (I Jo. 4:1).Romanos 14:4"Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio senhor ele está em pé ou cai. Mas estará firme, porque poderoso é Deus para o firmar".Esta passagem é freqüentemente abusada por aqueles que participam de movimentos ecumênicos. É dito que este verso nos proíbe de expor pecado e erro e comprometimento. É dito, além disso, que o verso ensina que muitas das verdades da Bíblia são "não-essenciais" ou "não-fundamentais" no sentido de como lidamos com elas.Um pastor escreveu-me e disse:"Romanos 14 é provavelmente a passagem mais violentada por aqueles de nós que se intitulam 'fundamentalistas' (observe que eu me incluo). Nós temos ou passado por cima deste capítulo ou dado a ele uma pecaminosa interpretação superficial e dançado ao redor de seus poderosos mandamentos sobre como lidar com diferenças a respeito de doutrinas 'secundárias' dentro da igreja. Por 'secundária' não quero dizer 'sem importância'. Eu preciso estar 'plenamente persuadido' sobre todos os pontos bíblicos controversos, ainda que deva receber bem e não julgar ou menosprezar aqueles que têm opinião diferente sobre alguns deles".A isto eu dei a seguinte resposta:"Romanos 14 é uma importante passagem, mas não tem nada a ver com a idéia de que há coisas nas Escrituras de valor secundário no sentido de como devemos lidar com elas. Os dois exemplos claramente dados pelo Apóstolo são comer carnes e guardar dias santos. Não há absolutamente nenhuma exigência recaindo sobre o Cristão do Novo Testamento a este respeito. Deste modo, Romanos 14 está tratando de como devemos lidar com assuntos NÃO ENSINADOS NAS ESCRITURAS. Em assuntos nos quais Deus não tem falado, eu devo dar liberdade. Nos assuntos nos quais Deus tem falado, a única liberdade é a obediência. Você está errando o alvo no entendimento desta passagem".Tiago 4:11-12"Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão, e julga a seu irmão, fala mal da lei, e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz. Há só um legislador que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?"Como Mateus 7:1, Romanos 14:4, e I Coríntios 4:5, Tiago 4:11 é freqüentemente mau usada pela multidão ecumênica para dar suporte à sua falsa doutrina de que Cristãos são proibidos de julgar doutrina e prática. Fazer estes versos ensinarem que Cristãos não podem nunca julgar joga a Bíblia em confusão. Há um julgamento certo e um julgamento errado. Muitos versos nos ordenam que julguemos com julgamento justo (Lucas 12:57, João 7:24, I Co. 2:15). Nós devemos julgar pregação (I Co. 14:29), pecado nas igrejas (I Co. 5:3), disputas nas igrejas (I Co. 6:5), pecado em nossas próprias vidas (I Co. 11:31), falsos mestres (Mt. 7:15, Rm. 16:17), espíritos (I Jo. 4:1), etc.Quando, então, está Tiago proibindo? O contexto esclarece o assunto.Primeiro, Tiago está tratando do falar mal (Tg. 4:11). Julgamento apropriado é falar a verdade em amor. A verdade não é má e falar a verdade em amor não é mal. O tipo de julgamento condenado por Tiago é julgar no sentido de rebaixar, transmitir informações oficiosas, e difamar. É julgar com má intenção. Quando alguém julga biblicamente o pecado e o erro, nunca é com o desejo de ferir as pessoas. Os fariseus julgaram Jesus desta forma má (Jo. 7:52). Os falsos mestres na Galácia e em Corinto julgaram Paulo desta mesma forma, tentando rebaixá-lo ante os olhos das igrejas (II Co. 10:10).Segundo, Tiago está se referindo ao julgamento feito de um modo que é contrário à lei de Deus (Tg. 4:12). Isto se refere a julgar outros pelos padrões humanos e não pelos divinos, colocando desta forma a si mesmo como o legislador. Os fariseus fizeram isto quando julgaram Jesus por suas tradições (Mt. 15:1-3). Por outro lado, quando um crente julga as coisas pela Palavra de Deus, de forma santa e com compaixão, ele não está exercendo seu próprio julgamento; ele está julgando pelo julgamento de Deus. Quando, por exemplo, digo que é errado a uma mulher ser pastor, este não é o meu julgamento, é o de Deus (I Tm. 2:12).
David Cloud, Fundamental Baptist Information Service, P.O. Box 610368, Port Huron, MI 48061, 866-295-4143, fbns arroba wayoflife.org.O seguinte artigo foi tirado do livro THINGS HARD TO BE UNDERSTOOD (COISAS DIFÍCEIS DE SEREM ENTENDIDAS), disponível pela Way of Life Literature..

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Aprenda as diferenças entre vírus, trojans, spywares e outros


Nem todos os arquivos que prejudicam seu PC são vírus.
Quem usa um computador — ainda mais com acesso à internet — ouve diariamente as palavras vírus, trojan, spyware, adware e, de vez em quando, a palavra malware. É comum pensarmos que, de uma maneira geral, todos são vírus e perigosos para o computador.
Em parte, esta afirmação é verdadeira: de fato, todos eles podem nos prejudicar de alguma maneira. No entanto, eles não são todos vírus nem iguais. Eles são todos malwares, isso sim.
Malware
Malware é a combinação das palavras inglesas malicious e software, ou seja, programa maliciosos. São programas e comandos feitos para diferentes propósitos: apenas infiltrar um computador ou sistema, causar danos e apagar dados, roubar informações, divulgar serviços, etc.
Obviamente que quase 100% desses malwares entram em ação sem que o usuário do computador perceba. Em suma, malware é a palavra que engloba programas perigosos, invasivos e mal intencionados que podem atingir um computador. O primeiro erro dos usuários é este: desconhecendo o termo malware, categorizar tudo como vírus.
Os malwares se dividem em outras categorias, e provavelmente vão continuar se dividindo à medida que malfeitores descobrirem e inventarem novas maneiras de ataques a computadores. Essas categorias incluem vírus, worms, trojans, rootkits, spywares, adwares e outros menos conhecidos. Vejamos um por um.
Vírus
O termo vírus foi aplicado por causa da reprodução desses arquivos.
Não é à toa que a palavra vírus é a que mais circula quando o assunto é perigos de computador. Afinal, os vírus são os programas mais utilizados para causar danos, roubar informações, etc.
Os vírus se diferenciam dos outros malwares por sua capacidade de infectar um sistema, fazer cópias de si mesmo e tentar se espalhar para outros computadores, da mesma maneira que um vírus biológico faz.
Vírus são típicos de arquivos anexos de emails. Isso acontece porque quase sempre é necessário que um vírus seja acionado através de uma ação do usuário.
Um dos vírus mais perigosos já registrados foi o “ILOVEYOU”, uma carta de amor que se espalhou por email e é considerada responsável pela perda de mais de cinco bilhões de dólares em diversas empresas.
Worms
Esses vermes não são inofensivos.
Um worm (verme, em ingles) de computador é um programa malicioso que se utiliza de uma rede para se espalhar por vários computadores sem que nenhum usuário interfira neste processo (aí está a diferença entre vírus e worm).
Os worms são perigosos pois podem ser disparados, aplicados e espalhados em um processo totalmente automático e não precisar se anexar a nenhum arquivo para isso. Enquanto vírus buscam modificar e corromper arquivos, os worms, costumam consumir banda de uma rede.
Trojan
Tome cuidado com este
Trojan, forma abreviada de Trojan Horse (cavalo de tróia, em português), é um conjunto de funções desenvolvido para executar ações indesejadas e escondidas. Pode ser, por exemplo, um arquivo que você baixou como um protetor de telas, mas, depois da instalação, diversos outros programas ou comandos também foram executados.
Isso significa que nem todo trojan prejudica um computador, pois, em alguns casos, ele apenas instala componentes dos quais não temos conhecimento, forçadamente.
Daí a relação com o cavalo de tróia, historicamente falando. Você recebe um conteúdo que acha ser uma coisa, mas ele se desenrola em outras coisas que você não esperava ou não foi alertado.
Rootkits
Os rootkits englobam alguns dos mais escabrosos malwares já conhecidos. Isso porque estes programas miram simplesmente o controle de um sistema operacional sem o consentimento do usuário e sem serem detectados.
O grande mérito do rootkit é sua capacidade de se esconder de quase todos os programas antivírus através de um avançado código de programação. Mesmo que um arquivo rootkit seja encontrado, em alguns casos ele consegue impedir que você o delete. Em resumo, os rootkits são a maneira mais eficiente para invadir um sistema sem ser pego.
Spywares
Spy, em inglês, significa espião, e foi com essa característica que os spywares surgiram. No começo, os spywares monitoravam páginas visitadas e outros hábitos de navegação para informar os autores. De posse dessas informações, tais autores podiam atingir os usuários com mais eficiência em propagandas, por exemplo.
Porém, com o tempo, os spywares também foram utilizados para roubo de informações pessoais (como logins e senhas) e também para a modificação de configurações do computador (como página home do seu navegador).
Os spywares viraram alvo de programas específicos.
Hoje, os spywares ganharam atenção especial de diversas empresas que desenvolveram programas específicos para acabar com este tipo de malware.
Adware
O último malware dessa lista geralmente não prejudica seu computador, mas te enche o saco, com certeza. Adwares são programas que exibem, executam ou baixam anúncios e propagandas automaticamente e sem que o usuário possa interferir.
Adwares são mais chatos do que perigosos.
Geralmente, ícones indesejados são colocados em sua área de trabalho ou no menu Iniciar para que você acesse o serviço desejado.
Hoje, os adwares são considerados como uma categoria de software, diferenciando-se de freewares (programas gratuitos) e demos ou trials (programas para testar), uma vez que eles têm a intenção de divulgação, e não de prejudicar um computador.

Cuidado, ela pode te pegar!!!

     

Maukie - the virtual cat

Esse é o cara.

Esse é o cara.
Será msm?